• Por IPC

Tratamento da Espondilolistese de Baixo Grau.

Há grande debate quanto ao melhor tratamento para os casos de espondilolistese degenerativa de baixo-grau. Duas recomendações de tratamento, emitidas por sociedades especializadas no assunto, tentaram criar um racional para o tratamento. A recomendação é baseada em 2 quesitos principais, se há instabilidade no nível acometido pela espondilolistese e se há alterações nos Parâmetros Espinopélvicos do paciente.

Caso a resposta seja não para ambas as perguntas, o tratamento pode ser tanto por meio de descompressão isolada quanto por meio de descompressão com artrodese (Figura 2A). Caso não haja instabilidade, mas os parâmetros espinopélvicos estejam alterados a recomendação é do uso das técnicas de ALIF ou LLIF, pois estas têm maior capacidade de restaurar a lordose segmentar e lordose lombar (principalmente o ALIF). (Figura 2B).

Tratamento da Espodilolistese de Baixo Grau.

Nos casos onde há instabilidade a recomendação é de que o nível seja artrodesado para conter movimentos irregulares que podem trazer dor ou levar a quadros de pseudoartrose. Nestes casos quando não há alterações nos parâmetros Espinopélvicos qualquer fusão intersomática é recomendada (PLIF, TLIF, LLIF, OLIF ou ALIF) (Figura 3C). Já quando há instabilidade e alterações nos parâmetros Espinopélvicos as técnicas recomendadas são ALIF e o LLIF (Figura 3D).

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