
É resultado da degeneração dos discos intervertebrais da coluna. Pode ser causado por vários motivos, entre eles o processo natural de envelhecimento. Essa degeneração causa fissuras em seu anel fibroso (o anel que circunda o disco), não conseguindo impedir que o núcleo pulposo escape para fora do espaço intervertebral, gerando um abaulamento que pode ser doloroso ou não. Podemos utilizar uma câmara de pneu como exemplo, pois quando ela envelhece perde-se a capacidade de se manter normal e forma-se uma bolha.
Leia sobre hérnia de disco.
Conheça as opções de tratamento:
» Tratamento conservador
O tratamento conservador visa o fortalecimento das estruturas da coluna, adiando ou às vezes até mesmo evitando o tratamento cirúrgico. Dentre os tratamentos conservadores enquadram-se o repouso e antiinflamatórios na fase aguda,
fisioterapia na fase pós-aguda e exercícios físicos para o fortalecimento da musculatura vertebral na fase tardia, tais como flexão, extensão, abdominal e exercícios na água. Existe também alternativa de realizar
procedimentos de injeção estrategicamente aplicadas, aliviando dores locais e irradiadas.
» Descompressão das Estruturas Nervosas
O tratamento varia conforme o caso. Alguns não necessitam de cirurgia e tem seu tratamento a base de medicamentos e programa fisioterápico, ou seja, uma reabilitação completa da coluna lombar. Já outros são de tratamento cirúrgico, pois levam a danos neurológicos e dor limitante.
Convencionais: A estenose de canal é tratada através da descompressão das partes afetadas. Convencionalmente é feito a abertura da região posterior da coluna, retirando-se toda a parede óssea posterior (lâmina e facetas articulares) do lado afetado. A musculatura posterior é altamente afetada e sua recuperação pode demorar de meses até anos para se recuperar. Utilizam-se parafusos pediculares para a fixação do nível afetado.
Inovadores: Através de tubos dilatadores, chega-se até a parte posterior da coluna sem maiores danos aos tecidos e musculatura posterior. Abre-se uma pequena janela na parede óssea posterior, o que descomprime as estruturas nervosas. Não é necessário a utilização de parafusos e o movimento do nível afetado não é perdido.